Nesta coleção Das coisas que são amarelas [para Ricardo Luis Silva] exponho um procedimento comum em minha prática artística e acadêmica de me apropriar de discursos ou coleções alheias. Nesse caso, sabendo que Ricardo Luis Silva, arquiteto e pesquisador sobre o Trapeiro-colecionador, possui uma relação simbólica com o amarelo e o número 33, coleciono e lhe dedico uma coleção de 33 objetos dessa cor encontrados na cidade. Posteriormente, o amarelo reaparece em novos trabalhos.